quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

A BABILÔNIA - 17 e 18

BABILÔNIA - CAPS 17 E 18

Ao lermos a carta à Igreja de Tiatira, vimos ali uma ímpia mulher cujo
nome era JEZABEL.
A profecia não mostra as igrejas protestantes como tendo saído da Igreja Católica Romana, mas o romanismo como sendo um parasita, uma excrescência no seio da verdadeira Igreja, um câncer que precisa ser extirpado. JEZABEL, pois, é do tipo desse parasita. Ela não deixou de existir depois que a Igreja foi purificada. Tornou-se o grande simulacro da Igreja, criado por satanás. Nos últimos dias ele manterá os mesmos relacionamentos para com o anticristo que a verdadeira Igreja mantém com Cristo. Mas isso não é nenhuma novidade, uma vez que satanás sempre teve sua religião falsa. No Antigo Testamento JEZABEL tipificava a mesma religião satânica. Agora examinaremos um pouco mais de perto essa mulher, nos últimos dias de sua existência, quando provavelmente absorverá em si mesma todas as religiões falsas e todas as igrejas apóstatas.
APOC 17:1-5 - A mulher vestida de púrpura e escarlata monta uma besta escarlate, a qual possui sete cabeças e dez chifres. Isso se ajusta tanto à descrição do dragão como à do anticristo. Ap. 12:3 e Ap 13:1.
A BESTA É UM SÍMBOLO COMPOSTO DE:

1. Todos os impérios mundiais de todos os tempos - 7 cabeças.
2. O império mundial dos últimos dias - Os 10 chifres.
3.O verdadeiro cabeça de todos os governos humanos - o príncipe deste mundo, que é o diabo.
4. O cabeça humano do último império mundial - o anticristo (a manifestação carnal de satanás).
A mulher conhecida como “Babilônia, a Grande” é o sistema eclesiástico de satanás. Ela é a mãe das meretrizes, mãe das “ abominações da Terra “. Todos os sistemas idólatras são as meretrizes, suas filhas.
Nos dias da igreja primitiva, a sede do controle do sistema diabólico havia sido transferido de Babilônia para Pérgamo - “... onde está o trono de satanás...” Daí foi transferida para Roma; e Roma se tornou a “grande cidade que domina sobre os reis da terra”. Ap 17:18. Nos últimos dias, a Babilônia tornar-se-á novamente o centro de um sistema religioso de âmbito mundial.

A MULHER ESTAVA ASSENTADA SOBRE A BESTA, como que apoiada por ela. O símbolo da besta é explicado mediante o descortinamento de sua história. A besta é o diabo. Ele é que sairá do abismo e caminhará para a perdição. (Ver Ap 20:1,2,7,10). Ele é o príncipe deste mundo, e como tal tem uma história terrena simbolizada pelas sete cabeças.
As sete cabeças são os sete impérios mundiais, a saber: O Egipto, a Assíria, Babilônia, Pérsia, Grécia, Roma e aquele que ainda jaz no futuro.
Passa-se certo intervalo de tempo entre a queda de Roma e esse último império. Nesse sentido é que a besta era e no entanto, ainda é, porque o diabo continua exercendo certo poder sobre as nações, e conseguirá formar outro império.
Ao fazer análise de Ap 17:9-10, alguns têm pensado que os sete montes são as chamadas sete colinas de Roma, entretanto, Roma não está mais edificada sobre sete colinas, e o anjo declarou especificadamente que os sete montes, as sete cabeças, são símbolos dos sete reis, isto é, dos sete impérios mundiais da história da raça humana.
Cinco já caíram: O Egipto, a Assíria, Babilônia, Pérsia e Grécia. Um existe: O império romano, (que existia no tempo em que João escreveu). O outro ainda é futuro: o novo império do anticristo. Mas esse último império será de breve duração.
O OITAVO REI será o diabo em pessoa, encarnado no anticristo. O próprio satanás não criará um império. Mas assumirá o controle de um império que já está em existência, quando ele aparece miraculosamente. Esse império será formado por um conquistador e, embora seja realmente um reavivamento do império romano, será novo e reputado como o sétimo império. Ao tempo do arrebatamento, satanás tomará conta desse império, dividirá os reinos em número de dez e estenderá o seu poder até os confins da terra. E assim ele será o oitavo, mas também pertencerá aos sete.
É admirável que tanto espaço no Apocalipse tenha sido dedicado à Babilônia. Isso só pode significar que essa cidade assumirá mais importância que qualquer outra cidade ou religião já desfrutaram. O mundo nunca viu nada do que é descrito aqui. É essa a razão das dificuldades na compreensão dessas palavras. Nunca houve nada semelhante a ela, nem qualquer coisa que se lhe aproximasse ao menos.

Mas, que cidade é esta, de que a Bíblia fala? Ela está presente em nossos dias, ou ainda virá? Será que, onde hoje está o Iraque, a antiga cidade de Babilônia será reerguida? Na visão do Rev. David Wilkerson, autor do livro “A Cruz e o Punhal” ele diz “Eu creio que a moderna Babilônia é a América do Norte atual, inclusive sua sociedade corrupta e sua igreja mista, mundana, corrompida. Nenhuma outra nação do mundo corresponde à descrição da Babilônia do Apocalipse 18, a não ser a América do Norte, a rainha da prostituição, mercadejando nisso com todas as nações. A antiga Babilônia de há muito estava destruída quando João teve a visão do capítulo 18 de Apocalipse. João viu uma destruição com fogo abrasador ocorrer em uma hora: ‘Portanto num dia virão as suas pragas, a morte e o pranto, e a fome, e será queimada no fogo, porque é forte o Senhor Deus que a julga. E os reis da terra, os quais se prostituíram com ela, e viveram em delícias a chorarão, e sobre ela prantearão, quando virem o fumo do seu incêndio; estando de longe pelo temor do seu tormento, dizendo: Ai! ai! daquela grande Babilônia, aquela forte cidade! pois numa hora veio o seu juízo’ Ap 18:8-10.
Assim como Israel foi chamada a “Cidade de Deus”, a América do Norte é chamada Babilônia, a poderosa cidade.”
Eu relutei bastante antes de aceitar essa visão do Rev. David Wilkerson, mas, que outra nação do mundo pode ser comparada a ela: “Deus vai julgar a América do norte por sua violência, seus crimes, seu desvio espiritual, seu assassinato de milhões de vidas ( nos abortos ), na sua prática pública de homossexualismo e sadomasoquismo, sua corrupção, bebedeira e consumo de drogas, sua demonstração de piedade sem poder, sua frieza espiritual para com Cristo, seu desenfreado divórcio e adultério, sua lúbrica pornografia, seu maltrato de crianças, suas fraudes, seus filmes imundos, e sua prática de ocultismo?”
APENAS CURIOSIDADE: VOCÊ JÁ REPAROU QUE O SÍMBOLO DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA É UMA MULHER? E QUE ELA ESTÁ SOBRE MUITAS ÁGUAS, E QUE ELA TEM SETE PONTAS EM SUA CABEÇA?
Em Ap 13:11 está escrito: “E vi subir da terra outra besta e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como dragão”. Devemos notar uma coisa: que esta besta, em vez de subverter outras potências para estabelecer-se, (a nação assim representada) deve surgir em território anteriormente desocupado, crescendo gradual e pacificamente. Não poderia, pois, surgir entre as nações populosas e agitadas no Velho Mundo - este mar turbulento de “povos e multidões e nações e línguas”. Deve ser procurado no Ocidente.
Que nação do Ocidente se achou ascendendo ao poder, apresentando indícios de força e grandeza e atraindo a atenção do mundo? A aplicação do símbolo não admite dúvidas. Uma nação, e apenas uma, satisfaz as especificações desta profecia; esta aponta insofismavelmente para os Estados Unidos da América. Reiteradas vezes, ao descreverem a origem e o crescimento desta nação, oradores e escritores têm emitido, inconscientemente, o mesmo pensamento e quase que empregado as mesmas palavras do escritor sagrado. A besta foi vista “subir da terra” e, segundo os tradutores, a palavra aqui traduzida “subir”, significa literalmente “crescer ou brotar como uma planta”. E, como vimos, a nação deveria surgir em território previamente desocupado. Um escritor preeminente, descrevendo a origem dos Estados Unidos, fala do “mistério de sua procedência do nada”, e diz: “Semelhante à semente silenciosa, desenvolvemo-nos em império”. G. A. Towsend, The New World Compared With the Old, pág. 462. Um jornal europeu, em 1850, referiu-se aos Estados Unidos como um império maravilhoso, que estava “emergindo” e “no silêncio da terra aumentando diariamente seu poder e orgulho”. The Dublin Nation.
“E tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro”. Os chifres semelhantes aos do cordeiro indicam juventude, inocência e brandura, o que apropriadamente representa o caráter dos Estados Unidos, quando apresentados ao profeta como estando a “subir”.
Mas a besta de chifres semelhantes aos do cordeiro “falava como dragão”. E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam, adorem a primeira besta, cuja chaga mortal foi curada. E ... dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida de espada e “vivia”. Ap 13:11-14.
Os cornos semelhantes aos do cordeiro e a voz de dragão deste símbolo indicam contradição flagrante entre o que professa e pratica a nação assim representada.

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